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sábado, 31 de dezembro de 2011

Por toda a parte
A vegetação em flor –
Mesmo entre pedras

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

                                                                                    Foto Google
Flores no jardim -
Com o vento a favor,
vem um beija-flor

sábado, 17 de dezembro de 2011

Mesmo com calor
É do céu da caatinga
Este azul suave

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Foto Google
Perfume de rosas –
O calor da manhã tem
Mais delicadeza

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Foto Google
Manhã na escola –
Um canário vem beber
Na pia do pátio

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Embora no chão
A flor mantém a beleza
Que atraia olhares


terça-feira, 4 de outubro de 2011


Flores no capim
são como luzes na sala -
Animam o ar


Estrada de chão -
Os jumentos passam lentos
transportando palhas

sábado, 24 de setembro de 2011

Com os pés na bola
o menino brinca e ri –
Ah, fim de tarde!

Tarde de sábado –
O passeio pelo sítio
Traz a cor das flores

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Tarde de calor -
Ah, a bicicleta anda
com o vento fresco

Flores no jardim-
Embora o sol adore
dormir cedo
Hora do recreio -
O vento traz o sabor
dos cajus maduros
Manhã de sol –
O sorriso das crianças
é o som da praça





segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Foto Google
Manhã na floresta –
Um beija-flor para o voo
Com medo da cobra

quarta-feira, 7 de setembro de 2011


As telhas da casa
Penduradas no amarelo
Das flores do ipê


domingo, 21 de agosto de 2011


Alguns sabiás
Repousam no cajueiro
Repleto de flores


sábado, 6 de agosto de 2011

Flores de azaléia –
Ainda na outra rua
Um ar de bom dia
                                                                                     Foto Google

domingo, 31 de julho de 2011

Esta tarde seca!
As carnaúbas tão vazias
Sem os bem-te-vis
                         Foto Google



domingo, 17 de julho de 2011

Casa de sapé –
Assim de portas fechadas
fica tão pequena


sexta-feira, 15 de julho de 2011


Porteira fechada –
Depois da cerca há o sol,
a abrir caminhos

No mesmo lugar,
um menino e uma árvore –
Manhã agitada


Perto do fogão,
há lugar para temperos
e de gente simples

domingo, 10 de julho de 2011

Tarde de calor
As folhas dos bambus notam
O vento em silêncio
                       Foto Google

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Céu todo azul –
nas asas do falcão há
um vento aberto


             Foto Google

Noite sem luar
mas vejo rosas vermelhas
pela janela
                                     Foto Google


terça-feira, 28 de junho de 2011

Por cima das árvores,
O vento passa correndo
Com os gaviões
                               Foto Google

Flores no jardim –
É bom dormir com o cheiro
de gardênias brancas
                                            Foto google

domingo, 26 de junho de 2011

Quintal da casa –
A crista do galo tem
A cor do urucu*



*Urucu (do tupi transliterado uru-ku = "vermelho"), ou urucum, é o fruto do urucuzeiro (Bixa orellana), arvoreta da família das bixáceas, nativa na América tropical, que chega a atingir altura de até seis metros. Apresenta grandes folhas de cor verde-claro e flores rosadas com muitosestames. Seus frutos são cápsulas armadas por espinhos maleáveis, que se tornam vermelhas (motivo do nome urucu) quando ficam maduras. Então se abrem e revelam pequenas sementesdispostas em série, de trinta a cinquenta por fruto, envoltas em arilo também vermelho.


(Wikipédia.)


• Em algumas cozinhas do Piauí, o condimento, à base de vegetais, que dar a cor avermelhada (chamamos de corante) é feito de urucu, de modo caseiro.
Manhã de domingo –
O balanço das crianças
É uma rede

sábado, 25 de junho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Pelo muro cinza
Como imagem de desenho
Uma trepadeira
                                                                                             (Haicai)

E uma conversa poética ao dia:

Há sonhos que não morrem

E agora, de certo modo, as flores também
Vestem-me de alegria
Pintando no muro cinza um tom róseo
 E um caminhar do vento
Num hálito novo
Dentro das folhas verdes.
É um cheiro de viagem
Dos pássaros, das nuvens
Para a roça, o mato, o riacho
Para onde moram os sonhos
Dos que seguem a vida
Sem perder um dia.