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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Homem

Homem na palavra

Tem olhar de Segurança

(: Respeito à vida!)

Na caatinga

Perdidas as folhas

A árvore do sertão

Descansa com sede

O vaqueiro

Ao romper do dia

No lombo do cavalo

Entre os mugidos do gado

Vem o aboiar do vaqueiro

Um perfume de mato

Terra orvalhada

Pegadas de viajantes

No meio da caatinga

Dos séculos passados

Semeiam coragem

Na marcha miúda

Abrasada de fé

Crianças do sertão

Descalças de pão

Os orvalhos do sertão

São suas crianças

Orvalho no sertão

Na descida do morro

O sertão orvalha em lágrimas

(: O pranto das matas)

Pavio de algodão

O branco algodão

No pavio do lampião

Chispa no sertão

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

(título ao final)

Chamas na parede
Desenhando uma rosa (-)
Cacho de urucum!

(Da natureza)

Nos milhos (,) ao pé

Agachado um sapo azul

Coaxa ao sertão

Flor da abóbora

Ao sol da manhã

Em cores vivas abóbora

A flor desabrocha

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Jatobá

Nas mãos da criança

Um cheiro de jatobá

(: A polpa “In natura”)

Para pensar...

As diferenças nos dão os matizes, nós fizemos as escolhas...Chica

Sabiá na laranjeira

Numa laranjeira

O sabiá em bemol gorjeia

Ave do Brasil (!)

Tempestade

Um mar de céu negro

Traga a lua prateada (-)

Noite de tormenta

terça-feira, 8 de setembro de 2009

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Solidão

No escuro da noite

Um olhar perdido n’alma

(: O coração vazio)

Ver as cores...

Há dias em que à nossa frente, tudo parece preto, escuro ou um indiferente cinza...
Logo, logo, vamos nos acalmando e passamos a perceber o que nos rodeia...
Vemos então que um sorriso de um bebê, uma mãozinha estendida, um abraço apertado de uma criança, parece ter pintado nosso dia de cores...
Lindas cores!
Que todos possamos vê-las por onde passarmos, ainda que não percamos o pé no chão, a realidade e ainda, possamos levá-las ou pelo menos fazer com que as notem, aquelas pessoas que insistem em vê-la apenas cinza e sem graça...

Uma rosa no jardim



 Dantes um jardim
Hoje eterna primavera
(-)  Brotou uma rosa!...